Um bom design não se destaca ao propósito de uso de um produto mas se engloba a este transformando-o e proporcionando uma experiência única a quem o utiliza.

1. O bom design é inovador

As alternativas de evolução nunca se esgotam. O desenvolvimento tecnológico permite novas hipóteses de criação bem originais. A criatividade sempre irá se progredir em paralelo com os avanços tecnológicos.

2. O bom design cria um produto útil

Um produto é comprado para ser usado. Ele deve atender parâmetros úteis e funcionais mas também parâmetros estéticos e psicológicos, o que possibilita a sua evidência na utilidade para qual o produto foi concebido, excluindo qualquer coisa que poderia perturbar.

3. O bom design é estético

Os atributos estéticos de um produto influência as nossas decisões de compra, as nossas escolhas e e a nossa vida. O produto é algo consumido diariamente por nós e por essa causa têm um efeito sobre nós e sobre o nosso bem estar. Apenas objetos bem conseguidos podem ser deslumbrantes e é claro, ser útil.

4. O bom design cria um produto compreensível

Um bom design pode fazer com que o produto evidencie claramente a sua função fazendo uso do instinto do usuário. No melhor dos casos, ele é auto-explicativo.

5. O bom design é discreto

Um produto deve atender a um propósito Apesar da importância da estética eles não são objetos decorativos nem obras de arte. Deve então, ser neutro, discreto, deixando espaço para a expressão individual de cada pessoa.

6. O bom design é honesto

Ele não faz um produto parecer mais inovador, poderoso ou valioso do que ele realmente é. Ele é humilde e honesto sem manipulações ou promessas que não pode cumprir.

7. O bom design é imortal

Atemporal, diferente de modismos.

Assim funciona um bom design para que dure anos e anos, evitando desperdícios e permutas constantes.

Mas vivendo num mundo cada vez mais exigente, descartável e capitalista, sabemos que não é bem assim que todos os produtos são feitos.

Estamos vivendo uma tendência ao minimalismo e padronização nas práticas do seu uso, por isso mesmo, têm-se visto o crescimento de sistemas de design mais flat e focados nos processos de uso e conversão, surgindo assim, interfaces com propósito.

8. O bom design concebe exaustivamente até o último detalhe

Meticuloso no processo de design demonstram respeito com o consumidor.

Produtos digitais de um modo geral não levam isso em atenção mas há ótimos produtos por circulam para nos doutrinar algo.

9. O bom design respeita o meio ambiente

O design tem uma importante contribuição com a conservação do meio ambiente visto que em particular o design de produto pode produzir uma grande quantidade de resíduos. Ele economiza recursos e minimiza a poluição física e visual ao longo do ciclo de vida do produto.

10. O bom design busca o menor design possível

Menos é mais para quase, ou mesmo para tudo, o design deve se concentrar nos aspetos e propósitos essenciais, assim, os produtos não são apinhados de detalhes excessivos ou desnecessários e entram em conformidade com os demais princípios apresentados. Seja simples.

 

Fonte da notícia:

https://coletivoux.com/dieter-rams-10-princípios-para-um-bom-design-30ea164f8b46

https://www.domestika.org/pt/blog/4285-os-principios-do-bom-design-segundo-rams